Os recursos serão direcionados à produção de energias renováveis, à fabricação de biocombustíveis ou a pontos de recarga de veículos elétricos, de acordo nota à imprensa.
A Shell já havia revelado as linhas gerais de suas ambições energéticas, mas não tinha apresentado detalhes, o que acabou alimentando dúvidas sobre esse plano.
O grupo enfrenta as turbulências que levaram grandes empresas a revisar seu modelo de negócio sob pressão da sociedade civil devido à crise climática, num mercado de petróleo surpreendido pela queda da demanda com a pandemia de coronavírus.
A Shell revelou um cronograma para sua redução nas emissões de CO2, na ordem de 6 a 8% até 2023, 20% até 2030, 45% até 2035 e 100% até 2050.
Foto: Lefteye _Pixabay

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