O Ministério da Saúde lançou, nesta sexta-feira (28), a campanha publicitária de prevenção ao coronavírus que já começou a ser veiculada em TV aberta, rádio e internet. As peças publicitárias orientam a população a prevenir a doença adotando hábitos de higiene, como lavar as mãos com água e sabão várias vezes ao dia, fazer uso do álcool em gel a 70% e não compartilhar objetos de uso pessoal.
Até esta sexta-feira (28), 182 casos suspeitos de coronavírus são monitorados no Brasil. Os dados foram repassados pelas Secretarias Estaduais de Saúde e demonstram o aumento da sensibilidade da vigilância da rede pública de saúde devido à inclusão de 15 países, além da China, que apresentam transmissão ativa do coronavírus. No total, 16 estados informaram o Ministério da Saúde sobre os casos suspeitos.
O secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, explicou sobre as notificações que foram analisadas em relação ao boletim anterior. “Boa parte dessas notificações não se enquadraram como casos suspeitos e por isso não entraram na contabilidade desta sexta-feira (28). É importante reforçar que para se enquadrar como caso suspeito, o paciente precisa ter viajado para um dos 16 países com transmissão ativa do vírus e apresentar febre e mais um sintoma de gripe, como tosse ou falta de ar, por exemplo”, explicou.
Fonte: Ministério da Saúde
Navio encalhado ameaça afundar no litoral do Maranhão
O navio Stellar Banner encontra-se encalhado no litoral do Maranhão. Operado pela empresa sul-coreana Polaris, o cargueiro sofreu avaria na proa, na segunda-feira (dia 24), após deixar o Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, em São Luís. Estão identificados dois vazamentos avante da embarcação - contratada pela Vale para transportar minério de ferro.
A China - principal comprador dessa commodity da Vale - seria o destino do navio que ameaça afundar, causando sérios danos ambientais. Por precaução, 20 tripulantes foram retirados da embarcação tão logo o comandante decidiu adotar a manobra de encalhe (a cerca de 100 Km da Costa de São Luís).
Em nota, a Vale informou que atua com suporte técnico-operacional, enviou rebocadores e colabora com as autoridades marítimas. A Marinha do Brasil montou um Gabinete de Crise na Capitania dos Portos do Maranhão; no comando do 4º Distrito Naval, em Belém; e no Comando de Operações Navais (RJ), para avaliar os possíveis danos ambientais e plano de retirada da embarcação.
A Marinha instaurou um inquérito administrativo para apurar causas, circunstâncias e responsabilidades. Com Agência Brasil.
A China - principal comprador dessa commodity da Vale - seria o destino do navio que ameaça afundar, causando sérios danos ambientais. Por precaução, 20 tripulantes foram retirados da embarcação tão logo o comandante decidiu adotar a manobra de encalhe (a cerca de 100 Km da Costa de São Luís).
Em nota, a Vale informou que atua com suporte técnico-operacional, enviou rebocadores e colabora com as autoridades marítimas. A Marinha do Brasil montou um Gabinete de Crise na Capitania dos Portos do Maranhão; no comando do 4º Distrito Naval, em Belém; e no Comando de Operações Navais (RJ), para avaliar os possíveis danos ambientais e plano de retirada da embarcação.
A Marinha instaurou um inquérito administrativo para apurar causas, circunstâncias e responsabilidades. Com Agência Brasil.
Brasil confirma primeiro caso da Covid-19; paciente mora em São Paulo
O Ministério da Saúde confirmou, nesta quarta-feira (dia 26), o primeiro caso de novo coronavírus em São Paulo. O homem de 61 anos deu entrada no Hospital Israelita Albert Einstein, nesta terça-feira (dia 25), com histórico de viagem para Itália, região da Lombardia. O Ministério da Saúde, em conjunto com as secretarias estadual e municipal de São Paulo, investigava o caso desde então. As secretarias da saúde do Estado e do Município estão realizando a identificação dos contatos no domicílio, hospital e voo, com apoio da Anvisa junto à companhia aérea.
Ao confirmar o primeiro caso no país, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, reforçou que já era esperada a circulação do vírus, mas que, diferente dos demais países com transmissão, o Brasil ainda não está no inverno – período em que há maior risco de contágio. “É mais um tipo de gripe que a humanidade vai ter que atravessar. Das gripes históricas com letalidade maior, o coronavírus se comporta à menor e tem transmissibilidade similar a determinada gripes que a humanidade já superou”, explicou.
“Nosso sistema já passou por epidemias respiratórias graves. Iremos atravessar mais esta, analisando com os pesquisadores e epidemiologistas brasileiros, qual é o comportamento desse vírus em um país tropical”, ressaltou.
O ministro garantiu, ainda, que “a população brasileira terá todas as informações necessárias para que cada um tome suas precauções, que são cuidados com a higiene e etiqueta respiratória, como lavar as mãos e o rosto com água e sabão. Este é um hábito importante e higiênico para evitar não só doenças respiratórias como outras doenças de circuito oral”.
Para Mandetta, o Brasil está preparado para testar os casos e para garantir que casos confirmados sejam monitorados e tratados. “Agora vamos acompanhar o comportamento do vírus no hemisfério sul, qual o grau de transmissibilidade e letalidade", afirmou.
Fonte: Ministério da Saúde - Foto: Secom Saúde
Ao confirmar o primeiro caso no país, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, reforçou que já era esperada a circulação do vírus, mas que, diferente dos demais países com transmissão, o Brasil ainda não está no inverno – período em que há maior risco de contágio. “É mais um tipo de gripe que a humanidade vai ter que atravessar. Das gripes históricas com letalidade maior, o coronavírus se comporta à menor e tem transmissibilidade similar a determinada gripes que a humanidade já superou”, explicou.
“Nosso sistema já passou por epidemias respiratórias graves. Iremos atravessar mais esta, analisando com os pesquisadores e epidemiologistas brasileiros, qual é o comportamento desse vírus em um país tropical”, ressaltou.
O ministro garantiu, ainda, que “a população brasileira terá todas as informações necessárias para que cada um tome suas precauções, que são cuidados com a higiene e etiqueta respiratória, como lavar as mãos e o rosto com água e sabão. Este é um hábito importante e higiênico para evitar não só doenças respiratórias como outras doenças de circuito oral”.
Para Mandetta, o Brasil está preparado para testar os casos e para garantir que casos confirmados sejam monitorados e tratados. “Agora vamos acompanhar o comportamento do vírus no hemisfério sul, qual o grau de transmissibilidade e letalidade", afirmou.
Fonte: Ministério da Saúde - Foto: Secom Saúde
Três florestas são incluídas na lista de concessão à iniciativa privada
O conselho do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI) do governo federal incluiu 22 novos projetos na lista de empreendimentos a serem concedidos à iniciativa privada nos próximos anos. Entre eles está a exploração de recursos de três florestas – Humaitá, Iquiri e Castanho – todas no Amazonas.
A lista foi aprovada durante a 12ª Reunião do Conselho do PPI, no Palácio do Planalto. A carteira do PPI agora conta com 134 projetos e 12 políticas, que são as prioridades na agenda de concessões da Presidência da República.
O modelo de concessão será o de manejo florestal em bases sustentáveis, que permita o benefício econômico e proporcione à floresta capacidade de se recuperar ao longo do tempo.
Com a delegação à iniciativa privada, metas serão o manejo sustentável das florestas, conservação, redução das queimadas e controle de novos investimentos. Imprescindível o acompanhamento desse processo pela sociedade civil.
Fonte: Agência Brasil - Foto: Marcelo Camargo/ABr
A lista foi aprovada durante a 12ª Reunião do Conselho do PPI, no Palácio do Planalto. A carteira do PPI agora conta com 134 projetos e 12 políticas, que são as prioridades na agenda de concessões da Presidência da República.
O modelo de concessão será o de manejo florestal em bases sustentáveis, que permita o benefício econômico e proporcione à floresta capacidade de se recuperar ao longo do tempo.
Com a delegação à iniciativa privada, metas serão o manejo sustentável das florestas, conservação, redução das queimadas e controle de novos investimentos. Imprescindível o acompanhamento desse processo pela sociedade civil.
Fonte: Agência Brasil - Foto: Marcelo Camargo/ABr
Mudança climática nas cidades exige plano de ação urgente e eficaz
As imagens que mostraram as dramáticas consequências das chuvas em Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro deixam alerta aos administradores públicos e à sociedade sobre as medidas necessárias para reduzir, no Brasil, o impacto de eventos climáticos extremos.
Para o gerente de Economia da Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário, o engenheiro florestal, André Ferreti, o fenômeno é resultado de dois fatores conjugados: mudanças climáticas e desenvolvimento desordenado das grandes cidades.
As metrópoles são ilhas de calor; a canalização dos rios agrava o cenário; ocorre a ocupação de leitos de rios e a utilização de áreas inapropriadas para construção das casas. Áreas que recebiam o excedente de água e tinham capacidade de funcionar como uma esponja foram impermeabilizadas com concreto e asfalto.
Para reduzir as consequências das chuvas intensas, Ferreti aponta soluções que permitam o armazenamento da água e outras que possibilitem maior permeabilidade do solo. Piscinões, galerias pluviais e o sistema de drenagem não foram dimensionados para esse volume tão grande de água em um período muito curto de tempo.
O especialista sugere ações para tornar o solo mais permeável com praças, arborização urbana, áreas verdes, telhados verdes etc. “Podemos ter cisternas, que coletam essa água da chuva evitando rápido escoamento para esses pontos mais baixos e, ao mesmo tempo, permitindo que os moradores possam utilizar essa água para diversos fins”, defende.
Com Agência Brasil e Foto: Defesa Civil MG
Para o gerente de Economia da Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário, o engenheiro florestal, André Ferreti, o fenômeno é resultado de dois fatores conjugados: mudanças climáticas e desenvolvimento desordenado das grandes cidades.
As metrópoles são ilhas de calor; a canalização dos rios agrava o cenário; ocorre a ocupação de leitos de rios e a utilização de áreas inapropriadas para construção das casas. Áreas que recebiam o excedente de água e tinham capacidade de funcionar como uma esponja foram impermeabilizadas com concreto e asfalto.
Para reduzir as consequências das chuvas intensas, Ferreti aponta soluções que permitam o armazenamento da água e outras que possibilitem maior permeabilidade do solo. Piscinões, galerias pluviais e o sistema de drenagem não foram dimensionados para esse volume tão grande de água em um período muito curto de tempo.
O especialista sugere ações para tornar o solo mais permeável com praças, arborização urbana, áreas verdes, telhados verdes etc. “Podemos ter cisternas, que coletam essa água da chuva evitando rápido escoamento para esses pontos mais baixos e, ao mesmo tempo, permitindo que os moradores possam utilizar essa água para diversos fins”, defende.
Com Agência Brasil e Foto: Defesa Civil MG
Chineses usam robôs na linha de frente de combate ao novo coronavírus
Para auxiliar a comunidade médica chinesa - que enfrenta jornadas exaustivas no combate ao surto do novo coronavírus -, os hospitais situado nas áreas urbanas da China estão ampliando o uso da inteligência artificial. Nos últimos dias, mais robôs foram colocados na linha de frente. As máquinas permitem comunicação remota por vídeo, monitoramento da saúde do paciente, entrega segura de medicamentos e serviço de desinfecção.
Foto: Site Fotos Públicas
Foto: Site Fotos Públicas
Desenvolvimento Sustentável: os 17 objetivos para um mundo melhor
Até o dia 20 de fevereiro, quem estiver no Rio de Janeiro poderá visitar a exposição 17 ODS para um Mundo Melhor, que reúne, nos jardins do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), 17 esculturas em forma de globos terrestres representando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU). A entrada é gratuita e a exposição está aberta de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h.
A mostra - já apresentada no Memorial da América Latina, na capital paulista -, tem objetivo de provocar o público a refletir sobre a necessidade de tornar o mundo mais sustentável.
As ODS compõem um plano global proposto pela ONU a seus 193 países-membros após seus líderes reconhecerem que a erradicação da pobreza é o maior desafio global. A Agenda 2030 apresenta metas para que esses países possam atingir a sustentabilidade nas dimensões social, ambiental, econômica e institucional.
Saúde e bem-estar, educação de qualidade, água potável e saneamento, igualdade de gênero, energia limpa e acessível, trabalho decente e crescimento econômico, redução das desigualdades são alguns dos temas trabalhados para a exposição.
Fonte: Agência Brasil - Foto: Tomaz Silva/ABr
Hospital de Wuhan confirma morte de médico que identificou coronavírus
O Hospital Central de Wuhan confirmou hoje (6), por volta de 16h no horário de Brasília, que o médico oftalmologista Li Wenliang, de 34 anos, morreu por infecção de coronavírus. Wenliang foi um dos primeiros a identificar e falar abertamente sobre o surto da doença na cidade de Wuhan, na província de Hubei - zona central da China.
Wenliang havia sido acusado, no início de dezembro de 2019, de espalhar rumores alarmistas sobre uma doença com um possível índice elevado de contaminação no centro de internação do hospital de Wuhan. O médico comentou em um aplicativo de mensagens instantâneas que os sintomas dos pacientes diagnosticados com pneumonia eram semelhantes aos sintomas da Sars, a síndrome respiratória aguda grave, que afligiu a China em 2002. Todos os pacientes com pneumonia tinham relação com o mercado de Huanan, conhecido popularmente como “mercado de animais vivos”. O médico foi o primeiro a fazer a conexão com a possibilidade de uma nova epidemia.
Chamado pela polícia local para depor, Wenliang teve que assinar um termo de responsabilidade afirmando que ele não espalharia mais rumores sobre a doença. Semanas mais tarde, os avisos do médico tornaram-se uma ameaça concreta: o coronavírus 2019-nCoV. Li Wenliang foi infectado enquanto atendia pacientes portadores do vírus.
Fonte: Agência Brasil - Foto: Igor Santos
Wenliang havia sido acusado, no início de dezembro de 2019, de espalhar rumores alarmistas sobre uma doença com um possível índice elevado de contaminação no centro de internação do hospital de Wuhan. O médico comentou em um aplicativo de mensagens instantâneas que os sintomas dos pacientes diagnosticados com pneumonia eram semelhantes aos sintomas da Sars, a síndrome respiratória aguda grave, que afligiu a China em 2002. Todos os pacientes com pneumonia tinham relação com o mercado de Huanan, conhecido popularmente como “mercado de animais vivos”. O médico foi o primeiro a fazer a conexão com a possibilidade de uma nova epidemia.
Chamado pela polícia local para depor, Wenliang teve que assinar um termo de responsabilidade afirmando que ele não espalharia mais rumores sobre a doença. Semanas mais tarde, os avisos do médico tornaram-se uma ameaça concreta: o coronavírus 2019-nCoV. Li Wenliang foi infectado enquanto atendia pacientes portadores do vírus.
Fonte: Agência Brasil - Foto: Igor Santos
Indústria de confecções é autuada por contaminação do Rio Guandu
A empresa de confecção de vestuário Citycol, em Queimados, na Baixada Fluminense, foi autuada, hoje (6), por lançar efluente no meio ambiente sem o devido tratamento. De acordo com o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), foram lacradas as caixas de energia, paralisadas as operações da tinturaria e feito o tamponamento da saída de água da estação de tratamento da empresa.
A autuação ocorreu durante operação de fiscalização no distrito industrial de Queimados, na Baixada Fluminense, realizada por técnicos da Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (Seas) e do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), com apoio do Comando de Polícia Ambiental (CPAm).
Foram vistoriadas cinco indústrias que funcionam no polo industrial para identificar despejo de efluentes sem tratamento no Rio Guandu.
Na operação, os técnicos do Inea além de realizarem a coleta de amostras de água na saída das Estações de Tratamento de Efluentes (ETE) das indústrias, sobrevoaram a região para rastrear possível lançamento de esgoto industrial sem tratamento no Rio Guandu.
Na indústria de fabricação de plástico Burn foram lavrados dois autos de infração e uma notificação, por armazenamento irregular de matéria-prima e destinação incorreta do esgoto sanitário.
A empresa de desentupimento, coleta e transporte de resíduos Flash Rio foi interditada. “Além do despejo irregular de resíduos, a empresa efetuou desmatamento, avançou pela faixa marginal do rio e realizou terraplanagem da área sem autorização. Duas máquinas foram apreendidas - um rolo compressor e um trator de esteira”, informou o Inea.
O Frigorífico Vifrio foi notificado a fazer adequações ambientais.
Na distribuidora de produtos de limpeza e descartáveis Lanlimp, a fiscalização não encontrou irregularidades.
A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) contestou, em nota, as punições aplicadas às empresas e disse não aceitar “a tentativa de transferir para o setor produtivo a responsabilidade pela degradação da qualidade das águas do Rio Guandu, resultado da falta de implementação das políticas de saneamento na região”.
Fonte: Agência Brasil - Foto: Inea
ONU pede mais esforço de países para conter emissões de gases
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, que "grandes emissores" de gases causadores do efeito estufa deveriam se esforçar mais para chegar à neutralidade de carbono no combate às mudanças climáticas.
Guterres concedeu a primeira entrevista do ano na sede da ONU, em Nova York, nessa terça-feira (4).
Ele falou sobre um novo alerta de crise climática feito pela Organização Mundial de Meteorologia, indicando que concentrações de CO2 vão atingir seu recorde em 2020.
O secretário afirmou que é importante que "grandes emissores", incluindo os Estados Unidos, a China, Índia, o Japão e a Rússia, anunciem até novembro seu comprometimento em respeitar e assumir a meta de neutralidade de carbono até 2050.
Fonte: ABr e Emissora Pública de TV de Portugal - Foto: Dustan Woodhouse on Unsplash
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