Pelo terceiro ano seguido, a Universidade Federal da Bahia (UFBA) se mantém no grupo das universidades latino-americanas mais bem posicionadas do ranking britânico Times Higher Education Latin America (THE). Na edição 2020, divulgada nesta semana, a Universidade aparece na 28ª posição, três a mais em relação ao ano passado.UFBA sobe três posições e permanece entre as melhores da América Latina
Pelo terceiro ano seguido, a Universidade Federal da Bahia (UFBA) se mantém no grupo das universidades latino-americanas mais bem posicionadas do ranking britânico Times Higher Education Latin America (THE). Na edição 2020, divulgada nesta semana, a Universidade aparece na 28ª posição, três a mais em relação ao ano passado.Santander, Bradesco e Itaú lançam plano para a Amazônia
A Amazônia abriga a maior floresta tropical do mundo e sua proteção é considerada estratégica para a segurança e qualidade de vida em nosso planeta. No manifesto assinado pelas instituições, foram priorizados três focos estratégicos: apoio à conservação ambiental e desenvolvimento da bioeconomia; investimento em infraestrutura sustentável; e contribuição para a garantia dos direitos básicos da população.
As ações envolvem o estímulo a iniciativas que busquem atrair investimentos em infraestrutura e produção sustentáveis e a adoção de diligências para evitar o fluxo de capital para atividades ilegais e predatórias. Confira abaixo os compromissos:
1. Atuar visando o desmatamento zero no setor de carnes, reforçando diligências internas, apoiando a transição e articulando empresas e associações para a criação de um compromisso setorial;
2. Estimular as culturas sustentáveis (exemplos: cacau, açaí, castanha) por meio de linhas de financiamento diferenciadas, entre outras ferramentas financeiras e não financeiras;
3. Estimular o desenvolvimento de infraestrutura de transporte (exemplo: hidroviário) com metas ambientais, em troca de condições diferenciadas (exemplos: funding, exigências e parceiros);
4. Viabilizar investimentos em infraestrutura básica para o desenvolvimento social, tais como: energia, internet, moradia, saneamento;
5. Fomentar projetos que visem o desenvolvimento econômico e a conservação por meio de ativos e instrumentos financeiros de lastro verde, como por exemplo: pagamento por serviços ambientais (PSA), CBIOs e créditos de carbono;
6. Incorporar os impactos das mudanças climáticas nas políticas de crédito e investimentos de longo prazo, além de dar transparência em nossos reportes;
7. Ampliar o alcance de negócios que promovam a inclusão e orientação financeira na região;
8. Articular e apoiar a implantação do sistema informatizado de registro de regularização fundiária;
9. Articular a criação de um fundo para atores e lideranças locais que trabalhem em projetos de desenvolvimento socioeconômico na região;
10. Atrair investimentos que promovam parceiras e o desenvolvimento de tecnologias que impulsionem a bioeconomia.
Foto: Daniel Sessler via Unsplash
Juiz federal afasta servidora do Ibama que autorizou criação de serpentes
Avanço do mar causa danos e assusta moradores de Ilhéus, no Litoral da Bahia
O avanço da maré causa prejuízos na praia São Domingos, município de Ilhéus, no sul da Bahia. Durante a madrugada desta quarta-feira (22), houve queda de árvore e uma barraca de praia teve sua estrutura comprometida. Se a maré continuar muito alta, a barraca pode ser demolida pela água. O mar invadiu ruas próximas deste trecho da Orla, durante a madrugada de hoje.
Os moradores tentaram montar uma barreira para proteger casas, barracas e outras estruturas, mas não alcançaram o resultado esperado. A barreira improvisada não foi suficiente para conter a força das ondas. Agentes da prefeitura já estiveram no local e isolaram parte da área. A Secretaria Municipal de Assistência Social foi acionada para dar apoio àquela comunidade.
Foto: Prefeitura Municipal de Ilhéus
Multinacionais querem zerar emissões de carbono para conter mudanças climáticas
A empresa, cujas operações corporativas já são neutras em carbono, garantiu que o impacto climático de qualquer dispositivo vendido será nulo. A Apple disse que reduzirá as emissões em 75% até 2030 e que os 25% restantes serão compensados com “soluções inovadoras de eliminação de carbono”. Microsoft, Nike, Mercedes-Benz, o grupo de cosméticos Natura e a Danone seguem com rigorosas metas de carbono neutro.
MPF pede afastamento do ministro do Meio Ambiente por improbidade administrativa
Para o MPF, Ricardo Salles promoveu a desestruturação de políticas ambientais e o esvaziamento de preceitos legais para favorecer interesses que não têm qualquer relação com a finalidade da pasta que ocupa. O processo de desestruturação do sistema de proteção ambiental brasileiro foi realizado por atos, omissões e discursos do acusado, em conduta dolosa – intencional – com o objetivo de fragilizar a atuação estatal na proteção ao meio ambiente. “É possível identificar, nas medidas adotadas, o alinhamento a um conjunto de atos que atendem, sem qualquer justificativa, a uma lógica totalmente contrária ao dever estatal de implementação dos direitos ambientais, o que se faz bastante explícito, por exemplo, na exoneração de servidores logo após uma fiscalização ambiental bem sucedida em um dos pontos críticos do desmatamento na Amazônia Legal”, diz a ação judicial.
O ministro exonerou, no final de abril de 2020, três coordenadores da fiscalização ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, Olivaldi Azevedo, Renê Oliveira e Hugo Loss. As exonerações ocorreram após ações de fiscalização nas terras indígenas Ituna Itatá, Apyterewa , Trincheira-Bacajá e cachoeira seca, na região de Altamira, onde as equipes do Ibama conseguiram reduzir drasticamente o desmatamento após o aumento, em 2019, que chegou a 754%. nas operações, que ocorreram no mês anterior às suas exonerações, os fiscais destruíram cerca de 100 máquinas e equipamentos utilizados por quadrilhas para cometer crimes ambientais, número superior ao de todo ano de 2019. Em vez do reconhecimento pela eficácia do trabalho, perderam os cargos, no que o MPF considera uma evidente retaliação.
A ação judicial do MPF enumera atos, medidas, omissões e declarações de Ricardo Salles que inviabilizaram a proteção ambiental e assim contribuíram decisivamente para a alta do desmatamento e das queimadas, sobretudo na região amazônica. Com as queimadas, em 2019, as florestas brasileiras perderam 318 mil quilômetros quadrados, um recorde histórico. O desmatamento também vem batendo sucessivamente recordes históricos, desde que o acusado assumiu o ministério do meio ambiente em 2 de janeiro de 2019. Naquele ano, o Brasil sozinho foi responsável por 1/3 da degradação de florestas nativas no mundo.
Multas da Vale por desastre ambiental em Brumadinho vão para obras
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Marinha recolhe fragmentos de óleo em praias do Nordeste brasileiro
Em nota divulgada hoje (1º), a Marinha informou que na Praia de Tabatinga, no Rio Grande do Norte, foram retirados 3 quilos da substância, de origem ainda desconhecida, que chegou à areia em pequenas porções.
Ontem (31), em Alagoas, foram recolhidos 200 gramas do produto na Praia Lagoa do Pau, em Coruripe, e 150 gramas na Praia da Bica, em Japaratinga, além de 10 gramas na praia de Peroba, em Maragogi.
Também foram colhidos 200 gramas do material poluente na Praia Jardim de Alah, em Salvador, e mais 54 gramas na Praia de Guriri, em São Mateus (ES).
Além da Marinha, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) continuam monitorando a situação.
De acordo com a Marinha, as amostras do material recolhido estão sendo enviadas para análise no Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira, em Arraial do Cabo (RJ), e os testes já realizados indicam que o material é do mesmo tipo do óleo que, em 2019, surgiu em alto-mar e poluiu praias, costões, manguezais e outros habitats de todo o litoral do Nordeste, além de alguns locais do Espírito Santo e da costa norte do Rio de Janeiro.
Fonte: Agência Brasil - Foto: Marcos Rodrigues
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