A intensificação do aquecimento global, por exemplo, altera o regime hidrológico, podendo afetar a capacidade de geração hidrelétrica. Basta observar que 65% da energia produzida no Brasil vem de hidrelétricas. Existe, ainda, a previsão de eventos extremos associados a danos em redes de transmissão e distribuição.
Por isso, é relevante otimizar investimentos em operação e expansão, alerta o relatório. Novos investimentos em monitoramento climático também são propostos, a fim de antecipar medidas preventivas. Em síntese, o estudo reúne soluções técnicas para um modelo mais responsivo de manutenção e eficiência. O uso de alta tecnologia, como a adoção de redes inteligentes, também faz parte das propostas.
Fonte: Instituto Acende Brasil - Fotos: Jürgen Jester por Pixabay

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